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O Vivo/Franca confirmou na noite de ontem a contração do
pivô Turcão. O jogador de 2,08 metros, 31 anos, que estava sendo
avaliado pelo técnico Hélio Rubens desde segunda-feira, foi aprovado.
Foram dois dias de treino com o jogador para avaliação.
O acerto financeiro foi rápido. Depois de uma conversa
de aproximadamente 30 minutos com o presidente do clube, Fransérgio
Garcia, ele já era jogador do Vivo/Franca. O contrato do jogador vai
até o final do Novo Basquete Brasil 2009/2010. Não foi divulgado o
salário do atleta.
O técnico Hélio Rubens Garcia pediu para diretoria providenciar o
registro de Turcão ainda hoje. Se isso for confirmado, ele poderá
estrear domingo contra o Pinheiros, em São Paulo. O treinador elogiou o
jogador. “Ele mostrou estar bem fisicamente, ser um jogador ágil, que
sobe muito bem e é muito forte. Vai nos ajudar bastante na sequência da
disputa do NBB”, disse Hélio Rubens.
Fransérgio Garcia informou que o jogador viaja hoje para Americana para
pegar a liberação no seu ex-clube. “Ele vai buscar a liberação, um
diretor vai com ele. Até as 9 horas de amanhã (hoje), nós já queremos
estar com o documento em mãos para providenciar seu registro no NBB. O
Hélio quer contar com ele nos jogos com o Pinheiros e Joinville (na
terça-feira, em Santa Catarina)”, afirmou o presidente.
Turcão no Campeonato Paulista 2009/2010, por Americana, terminou como
segundo melhor reboteiro, média de 10,25 por jogo. Além disso teve
média de 0,92 enterradas por partida, 0,75 tocos por jogo e
aproveitamento de 53,04% em arremessos de dois pontos.
ROUPA SUJA
Ontem foi dia de bronca do treinador sobre o elenco do Vivo/Franca.
Antes do treino da tarde, com início marcado para as 17 horas, Hélio
Rubens Garcia reuniu os jogadores no banco de reservas. Sentou de
frente ao elenco e conversou, esbravejou e reclamou por mais de 30
minutos. Nem mesmo o pivô Turcão, contratado ontem à tarde, escapou de
ouvir as broncas.
Hélio Rubens questionou os jogadores sobre algumas jogadas que poderiam
ter sido executadas na derrota para o Paulistano no quinto jogo da
semifinal, no domingo. O treinador ainda pediu explicações do porquê o
time não trabalhou as variações de jogadas como havia sido combinado.
O jogadores também falaram. Helinho, um dos mais questionados pelo
treinador e pai, disse que a conversa é saudável para o grupo crescer.
“Nós sempre discutimos, fazemos estas reuniões, principalmente depois
de derrotas. Cada um fala, desabafa e, depois de uma certa forma
aliviado, vamos para o treino”, finalizou o capitão.
David não participou do trabalho ontem. Ele foi liberado para acompanhar o nascimento do filho em Londrina (PR).
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